Na prática, a contratação de um consórcio para reunir empresas para que juntas pudessem realizar serviços de coleta e tratamento dos resíduos solídos por 30 anos foi suspenso até o julgamento do mérito. Fontes do portal diogenesbrandao.com que tiveram acesso ao edital dizem que ele foi feito sob encomenda para beneficiar uma grande empresa paraense, famosa por "ajudar" campanhas eleitorais e logo depois das eleições passa a ser beficiada com contratos milionários.

Passos dois anos e com a determinação judicial do encerramento das atividades no aterro sanitário de Marituba, marcado para o dia 31 de agosto próximo, o governo do Pará ainda não apresentou nenhuma ação concreta para resolver a questão e ainda se proclama capaz de resolver os demais problemas existentes, antes da realização da COP 30.